Não há como negar que o momento, pelos resultados recentes, deixa o rival na condição de favorito para o clássico do próximo domingo. O time deles está em plena ascensão, enquanto o Colorado mostra-se vacilante, com resultados e atuações abaixo e o que é esperado por sua imensa torcida.
Ainda que o Inter já tenha conquistado o principal título para o futebol brasileiro neste ano – a Copa Libertadores – e que só possa ser superado por si próprio, caso vença o Mundial, é inadmissível um elaxamento neste momento. Por pelo menos dois grandes motivos.
● Importância
O primeiro é a importância do Campeonato Brasileiro, que não pode jamais ser desprezado. O segundo, é a própria preparação para a competição em Abu Dhabi: se o grupo se desmobilizar agora, não terá tempo para reconquistar a motivação e o bom futebol que o levaram à conquista continental.
Times com o atual prestígio do Internacional têm a obrigação de estar sempre bem. É o preço que deve ser pago pelas glórias obtidas. Dessa forma, não têm o direito de vexames, como o de sábado assado, quando levou 3 a 0 do Flamengo, um time que frequenta a parte de baixo da tabela. Perder pode fazer parte, mas não com apatia. Que a diretoria, a comissão técnica e os jogadores pensem nisso daqui para frente. A começar pelo clássico de domingo, por favor
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
VAI SER UMA GUERRA
Suspenso contra o Flamengo pelo terceiro cartão amarelo, o volante Guiñazu volta ao Inter no Gre-Nal 383 deste domingo, no Estádio Olímpico. De acordo com o argentino, o clássico será uma “guerra”.
– A semana de clássico é diferente. Não tem favoritismo. O Gre-Nal vai ser uma guerra – disse Guiñazu.
Ainda sem falar em Mundial, o volante admitiu que uma derrota no clássico pode abalar o time. Entretanto, reiterou que uma vitória recolocaria o Inter na briga pelo título.
– A gente tem que saber que para nós é importante. Se a gente vencer, continuamos na briga e acima do Grêmio, o que é importante. São dois campeonatos paralelos, o Brasileirão e o Gre-Nal – afirma.
Na manhã desta terça-feira, os jogadores do Inter foram divididos em três grupos. Os primeiros a treinar foram os goleiros, orientados por Clemer. Depois, foram para o suplementar os atletas que não enfrentaram o Flamengo. Por últimos, realizaram trabalhos físicos aqueles que atuaram no
– A semana de clássico é diferente. Não tem favoritismo. O Gre-Nal vai ser uma guerra – disse Guiñazu.
Ainda sem falar em Mundial, o volante admitiu que uma derrota no clássico pode abalar o time. Entretanto, reiterou que uma vitória recolocaria o Inter na briga pelo título.
– A gente tem que saber que para nós é importante. Se a gente vencer, continuamos na briga e acima do Grêmio, o que é importante. São dois campeonatos paralelos, o Brasileirão e o Gre-Nal – afirma.
Na manhã desta terça-feira, os jogadores do Inter foram divididos em três grupos. Os primeiros a treinar foram os goleiros, orientados por Clemer. Depois, foram para o suplementar os atletas que não enfrentaram o Flamengo. Por últimos, realizaram trabalhos físicos aqueles que atuaram no
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
O INTER DESISTIU?
Os jogadores do Inter treinaram na manhã desta sexta no CT do Palmeiras, em São Paulo, visando ao jogo contra o Flamengo, marcado para as 18h30min deste sábado no Engenhão, no Rio de Janeiro, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. O técnico Celso Roth orientou uma atividade recreativa e um trabalho técnico com ênfase na bola parada ofensiva.
A pedido de Roth, os jogadores treinaram cobranças de escanteios e faltas. Não houve treino coletivo para definir o time. Os jogadores embarcam às 15h30min (horário de Brasília) para o Rio de Janeiro.
Para este jogo, o técnico Celso Roth terá o retorno dos meias Giuliano e D'Alessandro, que voltam após defenderem as seleções de Brasil e Argentina em amistosos, além do centroavante Alecsandro e do volante Wilson Matias. Ainda sem Guiñazu e Glaydson, Roth deve manter o volante Derley na equipe.
– A princípio o Derley vai para o jogo. Ele fez bons jogos atuando na sua posição. Contra o Santos, fez uma função diferente, pelo lado, e teve problemas. Agora ele volta para a sua – disse o treinador ao site oficial do Inter.
Confira os concentrados para o jogo com o Flamengo:
Goleiros: Abbondanzieri e Renan;
Zagueiros: Bolívar, Índio, Juan e Ronaldo Alves;
Laterais: Daniel, Kleber e Nei;
Volantes: Derley, Wilson Matias e Tinga;
Meias: D'Alessandro, Giuliano, Andrezinho e Eduardo Sasha;
Atacantes: Edu, Ilan, Alecsandro e Leandro Damião
A pedido de Roth, os jogadores treinaram cobranças de escanteios e faltas. Não houve treino coletivo para definir o time. Os jogadores embarcam às 15h30min (horário de Brasília) para o Rio de Janeiro.
Para este jogo, o técnico Celso Roth terá o retorno dos meias Giuliano e D'Alessandro, que voltam após defenderem as seleções de Brasil e Argentina em amistosos, além do centroavante Alecsandro e do volante Wilson Matias. Ainda sem Guiñazu e Glaydson, Roth deve manter o volante Derley na equipe.
– A princípio o Derley vai para o jogo. Ele fez bons jogos atuando na sua posição. Contra o Santos, fez uma função diferente, pelo lado, e teve problemas. Agora ele volta para a sua – disse o treinador ao site oficial do Inter.
Confira os concentrados para o jogo com o Flamengo:
Goleiros: Abbondanzieri e Renan;
Zagueiros: Bolívar, Índio, Juan e Ronaldo Alves;
Laterais: Daniel, Kleber e Nei;
Volantes: Derley, Wilson Matias e Tinga;
Meias: D'Alessandro, Giuliano, Andrezinho e Eduardo Sasha;
Atacantes: Edu, Ilan, Alecsandro e Leandro Damião
A DESCULPA DOS DESFALQUES
Sempre existe mais do que uma explicação para as derrotas de um time de futebol. Algumas aceitáveis, outras nem tanto.
Embora seja verdade que os desfalques do Inter na Vila Belmiro tenham diminuído a força do time, não configuram explicação completa. O Internacional perdeu o jogo e o embalo para continuar aspirando ao título porque pagou caro por atuações individuais precárias. A mais surpreendente foi a do lateral-esquerdo Kleber, que passou o jogo inteiro errando passes, num contraste flagrante às suas boas atuações. Mas seria injusto responsabilizá-lo pela derrota, porque os erros são exceções no excelente futebol que Deus lhe deu.
Atuações
Mais fraca ainda foi a atuação do atacante Edu, com quem o técnico insiste sem nenhum ganho visível. O jogador parece ter perdido em algum lugar o futebol que o transformou em artilheiro na Espanha, porque até agora não empolgou vestindo a camisa do Colorado. Em compensação, Ilan, que no segundo tempo cedeu lugar a Andrezinho, mostrou que tem futebol para brigar por um lugar no time titular. E Renan fez grande partida, porque graças a ele o Santos não construiu um escore maior no segundo tempo.
Então houve individualidades que fracassaram na Vila. O técnico tem que levar em conta esse fato. Atuações individuais pobres explicam mais a derrota do que os desfalques. Como diz o capitão Bolívar, desfalques não servem como desculpas.
Embora seja verdade que os desfalques do Inter na Vila Belmiro tenham diminuído a força do time, não configuram explicação completa. O Internacional perdeu o jogo e o embalo para continuar aspirando ao título porque pagou caro por atuações individuais precárias. A mais surpreendente foi a do lateral-esquerdo Kleber, que passou o jogo inteiro errando passes, num contraste flagrante às suas boas atuações. Mas seria injusto responsabilizá-lo pela derrota, porque os erros são exceções no excelente futebol que Deus lhe deu.
Atuações
Mais fraca ainda foi a atuação do atacante Edu, com quem o técnico insiste sem nenhum ganho visível. O jogador parece ter perdido em algum lugar o futebol que o transformou em artilheiro na Espanha, porque até agora não empolgou vestindo a camisa do Colorado. Em compensação, Ilan, que no segundo tempo cedeu lugar a Andrezinho, mostrou que tem futebol para brigar por um lugar no time titular. E Renan fez grande partida, porque graças a ele o Santos não construiu um escore maior no segundo tempo.
Então houve individualidades que fracassaram na Vila. O técnico tem que levar em conta esse fato. Atuações individuais pobres explicam mais a derrota do que os desfalques. Como diz o capitão Bolívar, desfalques não servem como desculpas.
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